Mais uma colaboração dos Ditados Impopulares.
Pomar de Letras é uma colaboração de diversos amigos, em formato "zine". Tem por objectivo encontrar um espaço no nosso meio cultural e divulgar a obra e propostas dos seus colaboradores nas mais variadas expressões. Conta por isso com o apoio e a colaboração de todos. Partilha connosco a tua arte, contacta-nos através da conta de correio electrónico pomardeletras@gmail.com, para que juntos, possamos florescer e ser frutos desta pequena (r)evolução.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Noticiário RTP do dia 25 de Abril de 1974
Há 40 anos deu-se o primeiro grande passo rumo à liberdade politica e democrática em Portugal. Esta foi a emissão do telejornal nesse mítico 25 de Abril de 1974.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
"O Livro da Avó"
O Livro da Avó é um livro infantil escrito e ilustrado por Luís Silva, e que podemos ver em versão digital, aqui.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Mário Viegas - A Invenção da Água (de Mário Henrique-Leiria)
Há 18 anos, Mário Viegas partiu. E se o universo cultural português ficou mais pobre com a sua perda, também ficou mais rico graças ao espólio que ele nos legou.
segunda-feira, 24 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Há um esquisso de intimidade
Há um esquisso de intimidade
nesse aroma de café
que inaugura a manhã e que,
a conta-gotas,
se imiscui no cheiro
permanente dos livros.
Há um secreto aconchego
nessa luz de sol morno
que entra pela janela,
nesse silêncio cortado, a espaços,
pelas vozes abafadas dos vizinhos.
Sobram ecos da infância
no tilintar da loiça
dos almoços dos outros,
no aroma familiar
do assado de Domingo,
nas conversas cruzadas
que adivinho…
E tudo, de uma vez só,
me assalta:
o torpor das tardes de estio,
o cheiro dos limos
e das malápias,
as brincadeiras depois da escola,
os rostos amigos…
E tudo, como cenas
de um filme mudo,
agarro, como, num ápice,
tudo perco…
nesse aroma de café
que inaugura a manhã e que,
a conta-gotas,
se imiscui no cheiro
permanente dos livros.
Há um secreto aconchego
nessa luz de sol morno
que entra pela janela,
nesse silêncio cortado, a espaços,
pelas vozes abafadas dos vizinhos.
Sobram ecos da infância
no tilintar da loiça
dos almoços dos outros,
no aroma familiar
do assado de Domingo,
nas conversas cruzadas
que adivinho…
E tudo, de uma vez só,
me assalta:
o torpor das tardes de estio,
o cheiro dos limos
e das malápias,
as brincadeiras depois da escola,
os rostos amigos…
E tudo, como cenas
de um filme mudo,
agarro, como, num ápice,
tudo perco…
Luísa Félix
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