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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

SCREEN SHOT por A.A.M. (#08/2015)

(Screen Shot é escrito segundo a nova variação ortográfica.)


Filme: The Theory of Everything [A Teoria de Tudo] (2014)


Realização: James Marsh


The Theory of Everything (A Teoria de Tudo) começa desde o título, um pressuposto idílico, a relatar em género de romance o que foi o crescer daquele que é considerado o homem mais inteligente e extraordinário do nosso mundo - Stephen Hawking. Com referências biográficas, foi adaptado do livro escrito pela sua primeira esposa Jane Hawking “Travelling to Infinity: My Life with Stephen” com tradução homónima ao título do filme. Relata em primeira mão o pensamento impar deste génio contemporâneo que não foi alterado pela evolução da doença degenerativa que desde jovem o afetou. Explica-nos como surgiram algumas das suas teorias e deixa-nos algumas reflexões para o futuro. Não sendo um filme exorbitante e de grande complexidade, deixa esse mérito para o grande homem a que se refere, demonstrando o quão privilegiados somos nós, comuns mortais, em partilhar a nossa existência no mesmo espaço e tempo do Universo em que ele existiu. Simplesmente, Stephen Hawking.


Parabéns a nós

A Pomar de Letras está de parabéns, faz hoje, dia 20 de Fevereiro, um ano desde que o editorial desta "zine" foi publicado, encetando esta nossa "zin'aventura". Foi um ano em que procurámos crescer e consolidar-nos como uma potencial referência cultural; doze meses de trabalho, experiência e maturação de um crescente processo evolutivo que, esperamos, possa, ainda, dar muitos e saborosos frutos. A todos os que nos acompanha(ra)m e colabora(ra)m connosco o nosso muito obrigado e bem-vindos ao nosso vergel.

E em dia de aniversário, nada melhor para celebrar, do que lembrar os restantes 364 dias de desaniversário, com a loucura de um chá. ;)



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Animagem (#04/2015)

Esta semana, em Animagem, recomendamos a visualização da curta-metragem "Johnny Express". Johnny é um entregador de encomendas, deveras preguiçoso, que faz entregas espaciais nos mais diversos e peculiares planetas.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Undenied Pleasures por Nuno Baptista (#07/2015)



Estávamos no ano de 1997 quando Richard Dorfmeister e Rupert Huber revolucionaram a música "Electrónica", bem como o "Downtempo". Foi nesta altura que iniciei a minha caminhada pelo mundo do "Downtempo", com um cariz mais sério e capaz. Tosca abriu os meus horizontes e, em 2013, lançaram o álbum "Odeon". Para este trabalho colabora na voz a Belga Sarah Callier, que, para a banda, se torna num instrumento como qualquer outro dos que compõem as músicas, algo que os satisfaz particularmente. Descrevem ainda "Odeon" como uma arquitectura sonora onde tudo é possível.
Segue então com as possibilidades do primeiro single "What If" e atestem a mencionada arquitectura.



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

SCREEN SHOT por A.A.M. (#07/2015)

(Screen Shot é escrito segundo a nova variação ortográfica.)


Filme: Birdman (2014)



Posso dizer com franqueza que Alejandro González Iñárritu é um dos meus realizadores favoritos. E que poucas são as pessoas que expressam a condição humana tão intimamente quanto ele. Neste filme, a dualidade, a incerteza e os vários dilemas que levam a razão do Ser a expressar-se das mais distintas formas no mundo das artes representativas e do cinema, estão expostos com uma qualidade distinta e técnica de filmagem inovadora. Para conseguir a pretendida aparência de “one take shot”, Iñarritu, junto com o cinematógrafo Emmanuel "Chivo" Lubezki, ensaiou um bailado entre câmara e atores que fez com que o resultado final fosse um movimento contínuo, que prende o espetador desde o primeiro instante. Michael Keaton, com um papel fantástico, representa um ator que após gloriosos anos no estrelado do cinema tenta relançar a sua carreira, produzindo uma peça de teatro em nome próprio. Simplesmente arrebatador.