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sábado, 14 de novembro de 2015

SCREEN SHOT por A.A.M. (#46/2015)

(Screen Shot é escrito segundo a nova variação ortográfica.)


Filme: Inside Out ]Divertida Mente] (2015)
Realização: Pete Docter, Ronnie Del Carmen


A Alegria, o Medo, a Raiva, a Repulsa e a Tristeza são personificadas no cérebro de uma jovem menina, Riley. Quando o seu pai muda de emprego, toda a família tem de se deslocar da sua pacata vila no Minnesota para a grande cidade de São Francisco e com essa mudança surgem as mais variadas emoções que conduzidas pela Alegria, no seu cérebro, fazem com que a vida de Riley nunca deixe de ser feliz. No entanto quando a Alegria e a Tristeza se perdem, a Raiva e o Medo aproveitam e assumem o comando da vida da menina de 11 anos que se vê sujeita a explosivas variações de humor devido às traquinices de certas emoções. Mais um belo trabalho da equipa Pixar.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Animagem (#23/2015)

Strange Fruit (*Fruta Alheia) é uma curta-metragem israelita sobre xenofobia e o absurdo da discriminação e repressão em nome de falsos valores de igualdade e superioridade. Produzida e realizada na Academia de Artes e Design Bezalel, em Jerusálem, esta curta enfaixa em gaze as feridas que meio século ainda não sarou.




(*Tradução livre.)

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Ditados Impopulares (#22/2015)



"Um provérbio ideal para jantares em que a comida até pode não ser grande coisa porque importa mais a música ambiente, a sessão de poesia ou simplesmente a companhia."

Segue os Ditados Impopulares no facebook. ;)

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Poesia de primeira, à Segunda-Feira (#45/2015)

O Noivado do Sepulcro


Vai alta a lua! na mansão da morte
Já meia-noite com vagar soou;
Que paz tranquila; dos vaivéns da sorte
Só tem descanso quem ali baixou.

Que paz tranquila!... mas eis longe, ao longe
Funérea campa com fragor rangeu;
Branco fantasma semelhante a um monge,

D'entre os sepulcros a cabeça ergueu.

Ergueu-se, ergueu-se!... na amplidão celeste
Campeia a lua com sinistra luz;
O vento geme no feral cipreste,
O mocho pia na marmórea cruz.

Ergueu-se, ergueu-se!... com sombrio espanto
Olhou em roda... não achou ninguém...
Por entre as campas, arrastando o manto,
Com lentos passos caminhou além.

Chegando perto duma cruz alçada,
Que entre ciprestes alvejava ao fim,
Parou, sentou-se e com a voz magoada
Os ecos tristes acordou assim:

"Mulher formosa, que adorei na vida,
"E que na tumba não cessei d'amar,
"Por que atraiçoas, desleal, mentida,
"O amor eterno que te ouvi jurar?

"Amor! engano que na campa finda,
"Que a morte despe da ilusão falaz:
"Quem d'entre os vivos se lembrara ainda
"Do pobre morto que na terra jaz?

"Abandonado neste chão repousa
"Há já três dias, e não vens aqui...
"Ai, quão pesada me tem sido a lousa
"Sobre este peito que bateu por ti!

"Ai, quão pesada me tem sido!" e em meio,
A fronte exausta lhe pendeu na mão,
E entre soluços arrancou do seio
Fundo suspiro de cruel paixão.

"Talvez que rindo dos protestos nossos,
"Gozes com outro d'infernal prazer;
"E o olvido cobrirá meus ossos
"Na fria terra sem vingança ter!

- "Oh nunca, nunca!" de saudade infinda,
Responde um eco suspirando além...
- "Oh nunca, nunca!" repetiu ainda
Formosa virgem que em seus braços tem.

Cobrem-lhe as formas divinas, airosas,
Longas roupagens de nevada cor;
Singela c'roa de virgínias rosas
Lhe cerca a fronte dum mortal palor.

"Não, não perdeste meu amor jurado:
"Vês este peito? reina a morte aqui...
"É já sem forças, ai de mim, gelado,
"Mas inda pulsa com amor por ti.

"Feliz que pude acompanhar-te ao fundo
"Da sepultura, sucumbindo à dor:
"Deixei a vida... que importava o mundo,
"O mundo em trevas sem a luz do amor?

"Saudosa ao longe vês no céu a lua?
- "Oh vejo sim... recordação fatal!
- "Foi à luz dela que jurei ser tua
"Durante a vida, e na mansão final.

"Oh vem! se nunca te cingi ao peito,
"Hoje o sepulcro nos reúne enfim...
"Quero o repouso de teu frio leito,
"Quero-te unido para sempre a mim!"

E ao som dos pios do cantor funéreo,
E à luz da lua de sinistro alvor,
Junto ao cruzeiro, sepulcral mistério
Foi celebrado, d'infeliz amor.

Quando risonho despontava o dia,
Já desse drama nada havia então,
Mais que uma tumba funeral vazia,
Quebrada a lousa por ignota mão.

Porém mais tarde, quando foi volvido
Das sepulturas o gelado pó,
Dois esqueletos, um ao outro unido,
Foram achados num sepulcro só.



Soares de Passos

domingo, 8 de novembro de 2015

Undenied Pleasures por Nuno Baptista (#45/2015)



Jay Jay Johanson lançou há dois anos o seu Best Of. Não sou propriamente de "Best Ofs", mas há que dar o mérito a Johanson, a selecção não está nada má e ainda incluí versões nunca divulgadas. Conhecido pelo seu Synthpop, Electroclash, Trip-hop e por tantas, tantas músicas de grande qualidade, como Believe In Us; Milan, Madrid, Chicago, Paris, entre várias, este apanhado à sua carreira faz jus a este Homem oriundo da Suécia. Temos a beleza, temos a melodia, as divagações e a ousadia. Para ouvir novamente, cá está a "Believe In Us".


SCREEN SHOT por A.A.M. (#45/2015)

(Screen Shot é escrito segundo a nova variação ortográfica.)


Série: Supergirl (2015)
Criação: Ali Adler, Greg Berlanti, Andrew Kreisberg


Para além dos filmes, dos quais sou declarado fã, vi também durante algum tempo as séries relacionadas: Lois & Clark: As Novas Aventuras do Super-Homem e Smallville. O Super-Homem é o super herói por excelência. Nesta nova série é-nos apresentada a personagem já conhecida da DC Comics e criada por Otto Binder e Al Plastino, a Supergirl. Prima de Kal-El, estreou-se em Outubro nas suas aventuras em nome próprio e promete dar que falar no mundo das heroínas. Up and Away!


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Ditados Impopulares (#21/2015)

(Os ditados Impopulares estiveram offline, por motivos técnicos, mas estão de volta à Pomar de Letras e ao facebook.)




"Um provérbio que todos os entaipadores de escolas e bibliotecas deveriam saber, uma vez que o conhecimento nunca está ilegal em edifícios públicos devolutos."

Segue os Ditados Impopulares no facebook. ;)