Pesquisar neste blogue

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Undenied Pleasures por Nuno Baptista (#47/2015)



Para os amantes de Cocteau Twins, temos aqui algo muito parecido em diversos aspectos, nos ambientes, na qualidade, nas composições sonoras... Empress Of, ou seja, Lorely Rodriguez é sem dúvida uma Imperatriz, como podemos comprovar neste seu EP de estreia, "Hat Trick". A beleza percorre este disco, revelando a forma fantástica em que Rodriguez está, pensando nas músicas grandiosas anteriores por ela divulgadas, floresce numa produção futurista e se o futuro passa por aqui, meus amigos, estamos bem entregues. Fiquem com "Hat Trick".


SCREEN SHOT por A.A.M. (#47/2015)

(Screen Shot é escrito segundo a nova variação ortográfica.)


Filme: He named me Malala [Malala] (2015)
Realização: Davis Guggenheim


Filme, documentário, retrata os acontecimentos que marcaram a vida de uma jovem paquistanesa atacada pelos Talibã. Malala não é uma jovem qualquer. Malala Yousafzai. Malala Yousafzai. Malala Yousafzai. Não é demais repetir o seu nome invocando aquilo que representa. Defendora acérrima dos direitos à educação sobretudo das mulheres foi galardoada em Outubro de 2014 com o prémio Nobel da Paz. É, em paralelo com o livro, uma marca para a sociedade atual, de conflitos, e politicas de interesse, em que é apresentado um ponto de partida para a resolução de questões problemáticas: o acesso à educação.Eu, Malala, é o titulo do livro. Eu, tu, nós.. todos juntos continuaremos a sua missão.


Ditados Impopulares (#23/2015)



"Um provérbio com, pelo menos, dupla tributação fiscal."


Segue os Ditados Impopulares no facebook. ;)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Poesia de primeira, à Segunda-Feira (#46/2015)

A saudade é uma folha morta caída no chão!


amo o vazio das dúvidas consistentes
os preceitos elaborados não me incomodam
e também nunca vejo uma boa solução
ouvi dizer
que a beleza das coisas fica sempre no meio
termo que poucas vezes se consegue tocar
lá fora
se há névoa, chuva ou vento a todos pesa
o tempero do carácter e a deformação social
ainda
na minha boca desliza a palavra como o ocaso
cedendo ao instante liquido da tranquilidade
enquanto
regresso ao colo onde me sinto menina
como quem volta a casa por um instante
cá dentro
quebram-se os limites da própria morte
ateia-se o lume às nuvens para que derretam
augura-se uma nova existência


Paula Santos

domingo, 15 de novembro de 2015

Undenied Pleasures por Nuno Baptista (#46/2015)



Voltamos ao "Indie Rock" para ouvir, directamente da Escandinávia, Fallulah e o seu álbum "Out Of It". Com uma voz altamente apetecível, este trabalho de Fallulah já obteve grande sucesso, denota substância e uma sofisticação interessante. Para os lados frios da Escandinávia temos a diversidade e adaptabilidade não só ao meio envolvente, mas também aos requisitos Europeus no que concerne este estilo musical.
Fiquem com a música que dá nome ao álbum, "Out Of It".


sábado, 14 de novembro de 2015

SCREEN SHOT por A.A.M. (#46/2015)

(Screen Shot é escrito segundo a nova variação ortográfica.)


Filme: Inside Out ]Divertida Mente] (2015)
Realização: Pete Docter, Ronnie Del Carmen


A Alegria, o Medo, a Raiva, a Repulsa e a Tristeza são personificadas no cérebro de uma jovem menina, Riley. Quando o seu pai muda de emprego, toda a família tem de se deslocar da sua pacata vila no Minnesota para a grande cidade de São Francisco e com essa mudança surgem as mais variadas emoções que conduzidas pela Alegria, no seu cérebro, fazem com que a vida de Riley nunca deixe de ser feliz. No entanto quando a Alegria e a Tristeza se perdem, a Raiva e o Medo aproveitam e assumem o comando da vida da menina de 11 anos que se vê sujeita a explosivas variações de humor devido às traquinices de certas emoções. Mais um belo trabalho da equipa Pixar.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Animagem (#23/2015)

Strange Fruit (*Fruta Alheia) é uma curta-metragem israelita sobre xenofobia e o absurdo da discriminação e repressão em nome de falsos valores de igualdade e superioridade. Produzida e realizada na Academia de Artes e Design Bezalel, em Jerusálem, esta curta enfaixa em gaze as feridas que meio século ainda não sarou.




(*Tradução livre.)